quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

“Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe”

Sem aviso prévio, sem preparação psicológica: foi assim que levei com os pés. Como era possível ele ter parado de gostar de mim?! O meu mundo desabou, chorei tanto, parecia que ia acabar o mundo, finalmente percebi a dor de um coração partido. Sempre achei que ia ser eu a acabar a relação, acho que pela primeira vez que tinham abalado a minha confiança. Contudo, a melhor parte desta dor, foi entender como ultrapassaá-la, foi conhecer uma nova fração de mim. Tenho 20 anos, namorei durante 4 e só pretendo casar aos 30. Como é que eu acreditava que ia estar com a mesma pessoa estes anos todos? Finalmente deixei-me levar, tomei atitudes inconscientes, não pensei e adorei! 

Decidi viver a vida, deixar que gostassem de mim, deixar de mostrar uma pessoa tão fria quando na realidade não o era, dar um pouco mais de mim para que fosse retribuído, não deixar de fazer alguma coisa porque tinha um namorado. A verdade é que estamos numa sociedade em que não adianta rotular nada, namorado não significa que seja um pré-casamento, casado não significa para a vida, logo o melhor é aproveitar cada momento da melhor maneira, deixar andar e não ter necessidade de rotular o meu status social! 

Sabem o que aconteceu, a vida deu-me um presente, apareceu uma pessoa espetacular que faz tudo para me conquistar. Sabe que não quero rotular e penso que isso lhe dá mais vontade de continuar a conquistar-me! Para as meninas que estão a sofrer por um desgosto amoroso pensem: “Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe”. Essa frase acompanhou-me e melhorou muito a minha maneira de encarar o dia-a-dia!

Bianca

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