quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Veste a tua identidade

Adoro marcar pela diferença, logo grande parte disso está no meu guarda-roupa! 

Não gosto de ir às lojas e comprar tudo o que esta na moda, vestir-me igual a toda a gente só porque esta estação a moda dita algo, e por muitas vezes esse algo é horrível.

Assim, eu visto-me com gosto, com o que acho que me fica bem e com roupas antigas, isto é, roupas que muitas vezes tem mais de 15 anos pois eram da minha mãe! Qual é a piada de comprar uma peça de roupa que toda a gente tem igual? Ninguém vai reparar nela porque é banal! Assim, além de poupar dinheiro em roupa vais ganhar identidade de estilo e ser super criativa. 

Quando olham para mim não conseguem definir o meu estilo, dizem que é diferente e que tem tudo a ver comigo, normalmente as minhas roupas não ficam bem as minhas amigas, isso talvez porque eu não visto só uma peça de roupa, marco uma atitude com ela!  

O segredo de dar nas vistas é ter sempre atitude e confiança com o que estás a usar, nem que se seja um saco plástico!

Bianca

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Lugar vazio no centro da mesa

É véspera de natal, um dia dedicado a família, no entanto, este Natal vai ser diferente de todos os que tive até agora.
Aquele lugar central da mesa vai estar vazio, aquele discurso de 5 minutos que me punha sempre a chorar não vai existir, aquelas gargalhadas estridentes já não vão ecoar nos meus ouvidos… e o Natal nunca mais vai ser o mesmo. 
É ingrato demais lidar com a saudade de alguém que não volta mais, alguém que nos viu crescer e nos fez crescer.  

Infelizmente não é negociável com a vida, esta hipótese de podermos passar só mais um Natal, ou um dia com aqueles que partem para sabe-se lá onde e nos deixam aqui a morrer de saudades. 
No entanto, e apesar de ser um Natal mais vazio e sem tanta alegria, não deixa de o ser e estejas tu onde estiveres espero que ao mesmo tempo estejas connosco, porque eu vou estar sempre contigo no pensamento.
Feliz Natal Avôzinho *
Alice

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

DIY: árvore de Natal em cartolina

A mulher que sou hoje trouxe agarrada uma parte da criança que fui. 


Adoro inventar, criar, improvisar e experimentar. 

Neste Natal, pus mãos à obra e substitui a tradicional árvore de Natal por uma ideia que surgiu na minha cabeça. E toda a gente adorou!!!!

O resultado foi este: recortes de cartolina em forma de pinheirinho, bolinhas com mensagens dos amigos mais próximos. Simples e CHEIO de significado.

O que precisam:
-cartolinas verde e vermelha
-outra cor de cartolina ou papel para as bolas
-tesoura
-cola
-amigos :)

Luna

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Quem nunca ficou um bocadinho mais bêbedo que o suposto?

Quem aqui nunca ficou um bocadinho mais bêbedo que o suposto? Quem nunca acordou e pensou “que caralho aconteceu ontem?”.
Hoje vou contar um episódio de uma noite agressiva que acabou com a minha carinha na ruína. Primeiro convém avisar que toda a história que vou contar, não partiu da minha memória daquela noite, mas sim de todos os comentários dos espectadores. Muito resumidamente, uma amiga (certamente com os copos) veio lançada na minha direção, deu aquele mortal em cima de mim e eu caí direta no chão, aterrando de cabeça e só não se sabe bem se comi o paralelo, porque quando levantei o focinho já estava todo banhado em sangue. O que dizem foi que desatei a chorar (e não me admiro porque tenho fobia a sangue!), mas que, devido ao cuidado atencioso e médico do pessoal à volta, cheguei a casa e adormeci.
O que vos posso contar com certezas foi quando acordei. Imaginem o que é depararem-se com a cara em obras: um galo na testa, um buraco no nariz e restos de sangue espalhados na cara, mãos e almofada (mas com os dentes todos, acreditem que naquela altura foi fantástico saber!). Depois de entrar em pânico, vesti-me e segui com a minha vida como se não se passasse nada. Nem fez parte das minhas preocupações o gozo certeiro que ia levar das pessoas que me vissem daquela maneira, mas, enumerando por ordem decrescente as minhas preocupações: morrer subitamente, ter atingido o cérebro e perder cognitivo, ter que fazer cirurgia ao nariz e o sermão que ia apanhar da minha mãe. Neste panorama negro, liguei à minha rica mãezinha e contei-lhe o que se passou. Nestas situações, uso sempre a mesma tática que consiste em: “Estou mãe? Olha, ontem entrei em coma alcoólico”. Depois de ela quase ter um enfarte, digo “Estou a brincar, mas caí e tenho a cara desfigurada”. Trata-se portanto de um processo de suavizar a realidade, experimentem!
Por acaso, de muitas coisas que já me aconteceram (e que vos contarei brevemente) esta foi a única que me deu um bocado de mais juízo, porque as coisas poderiam mesmo ter dado para o torto. Fica aqui a dica: se beberem, façam-no com alguém que reaja bem ao sangue e que tenha um curso de primeiros-socorros, porque nunca se sabe!
Kiss, Violeta

domingo, 20 de dezembro de 2015

Confissões

Vão e vêm. Não faço questão que fiquem por muito tempo. Só o suficiente para que eu possa mostrar o melhor de mim: o meu lado divertido, selvagem, louco, arrebatado, sensual. Afasto-os antes de começarem a ameaçar sair para fora os fantasmas dentro da minha cabeça.
Engulo em seco, para não chorar, e retorno a encarnar a personagem. Volto-me para ele num movimento lascivo, sorrio com ar de satisfação e digo que tenho de ir embora, que tenho coisas para fazer. Chega um novo convite para uma saída, um jantar ou beber um copo na baixa e rejeito. Seria deixá-lo ultrapassar o perímetro de segurança que estabeleci. Tenho medo de ser magoada e por isso faço-o eu. “Eles não sentem tanto.” – Tento convencer-me, sabendo que é mentira. Já perdi a conta aos encontros fugidios e casuais de puro entretenimento e prazer transitório.
O meu receio é ser abandonada novamente. É voltar a estar prostrada aos pés de alguém em gritos de socorro e ser ignorada no momento mais horrível da minha vida. Então o ciclo repete-se: vão e vêm. Não acredito que alguém me aceite como sou ou, mesmo que aceite, não confio que me consiga dar a mão e não largar quando esta força, que é minha mas que me é estranha, me puxa rumo a um buraco sem fundo sem saber quantos dias serão até voltar a ver luz.
Amanhã vou jantar fora com uma pessoa nova. Atraente, simpático, faz-me sorrir, cheio de qualidades… e provavelmente só mais um para acrescentar ao rol.
Gabriela

domingo, 13 de dezembro de 2015

Família

Nada me emociona mais do que o tema família. 

Sei bem o valor da minha e dou graças por a ter comigo todos os dias, apesar da distância que nos separa. Cresci, ou melhor, aprendi a crescer. Fui posta à prova e tive que me adaptar às novas responsabilidades. Tive sempre presente que os esforços que se fazem no presente são por um futuro melhor. Conheço bem a saudade e a falta que alguém faz. 

Cada dia que passa é um dia a menos para os voltar a ter nos meus braços e, quantos mais dias passam, mais forte será o abraço no reencontro.

Luna

sábado, 12 de dezembro de 2015

Estás em todo lado menos comigo

Muitas vezes penso com quem estás, onde estás e a fazer o quê… se falas com esta, se estás interessado naquela. A verdade é que sinto a tua falta, não da pessoa que és mas da que eras quando estavas comigo. 

Perdoei-te as esperas longas, as indecisões, as faltas de tempo… tudo! E para quê? Para no fim ter direito a uma boa dose de desprezo. 

Sendo racional, para quê estar contigo se não me consegues devolver aquele sorriso palerma nem durante uns minutos? Espero que o meu coração se habitue a ser independente e a obedecer ao que o meu cérebro incansavelmente lhe lembra: de que não preciso de ninguém para ser feliz ou para vencer as adversidades do dia-a-dia.

Espero ansiosamente o dia em que já não vais passar de boas recordações e de uma fase de crescimento que eu não me arrependo de ter tido.

Para quê iludir-me que estou contigo, quando na verdade tu estas em todo lado menos comigo...? 

Alice

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

“Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe”

Sem aviso prévio, sem preparação psicológica: foi assim que levei com os pés. Como era possível ele ter parado de gostar de mim?! O meu mundo desabou, chorei tanto, parecia que ia acabar o mundo, finalmente percebi a dor de um coração partido. Sempre achei que ia ser eu a acabar a relação, acho que pela primeira vez que tinham abalado a minha confiança. Contudo, a melhor parte desta dor, foi entender como ultrapassaá-la, foi conhecer uma nova fração de mim. Tenho 20 anos, namorei durante 4 e só pretendo casar aos 30. Como é que eu acreditava que ia estar com a mesma pessoa estes anos todos? Finalmente deixei-me levar, tomei atitudes inconscientes, não pensei e adorei! 

Decidi viver a vida, deixar que gostassem de mim, deixar de mostrar uma pessoa tão fria quando na realidade não o era, dar um pouco mais de mim para que fosse retribuído, não deixar de fazer alguma coisa porque tinha um namorado. A verdade é que estamos numa sociedade em que não adianta rotular nada, namorado não significa que seja um pré-casamento, casado não significa para a vida, logo o melhor é aproveitar cada momento da melhor maneira, deixar andar e não ter necessidade de rotular o meu status social! 

Sabem o que aconteceu, a vida deu-me um presente, apareceu uma pessoa espetacular que faz tudo para me conquistar. Sabe que não quero rotular e penso que isso lhe dá mais vontade de continuar a conquistar-me! Para as meninas que estão a sofrer por um desgosto amoroso pensem: “Não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe”. Essa frase acompanhou-me e melhorou muito a minha maneira de encarar o dia-a-dia!

Bianca

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Violeta

Não sou uma pessoa de copo meio cheio, nem meio vazio. Sou de extremos e ou o copo está todo cheio ou todo vazio. Não suporto indecisões, incertezas e dúvidas. Para mim, ou é ou não é.
Quando é para me divertir, vou ao limite, faço o que me vem na cabeça e não penso nas consequências do “amanhã”. Nem sempre tomo as melhores decisões, mas certamente tomo aquelas que se tornam inesquecíveis.

Contudo, se tenho que me aplicar num assunto, faço-o sem receios e inseguranças. Sou mais racional (e menos humana) que o habitual, porque, posso sentir o meu mundo desabar, mas consigo o total controlo das minhas emoções e dominar o meu cognitivo. Sou determinada, prezo pelos meus objetivos e faço o possível e o impossível para alcançar o sucesso.
Se querem acompanhar aventuras hilariantes provocadas por um copo a mais de vinho, ou se, por outro lado, querem arranjar motivação e determinação para superar obstáculos, fiquem para ver.
Kiss, 

Violeta

Luna

A Luna é uma metáfora de positivismo.

Gosto da independência e da responsabilidade. Sou uma rapariga feliz, que vê as coisas com uns olhos que poucos têm. Gosto de pensar que nada é tão mau que não possa piorar e, por isso, ponho sempre o lado bom à frente do lado mau. 

Claro que isto me traz imensas decepções, mas arranjo forças (muitas vezes nem sei bem onde) para me animar antes que seja necessário o ânimo de alguém. Não sou pessoa de desistir mas, mais importante do que isto, é que encaro a realidade de forma racional e não me autorizo a abalar-me com ela.
Sou isto e muito mais. 

Vais ficar para descobrir?

domingo, 6 de dezembro de 2015

Alice


Insegura, pessimista, com extrema falta de auto-estima é tudo o que tento esconder dia após dia, mostrando à sociedade uma pessoa confiante, feliz, segura de si e que nada a afeta . A verdade é que quando o assunto é o coração tudo me afeta, sou uma flor de estufa, sou toda eu sentimentos.

Sou completamente hiperactiva, falo até pedirem para me calar, sou genuína e falo muitas vezes sem pensar, não sou de entrega fácil mas quando me entrego faço-o com tudo o que sou (refiro-me as pessoas em geral e não a um caso específico). O que me faz mais feliz é cantar, é provavelmente a única coisa que me consegue acalmar quando tudo o que eu quero é partir parede , mesmo que pra isso tenha que acordar os vizinhos de cima, de baixo e dos lados.
Estou seguramente a ultrapassar uma das fases mais negras desde que me lembro e provavelmente vão ver-me a renascer da lama e a voltar a conhecer quem eu era antes de me terem feito esquecer a alegria que eu tinha em acordar todos os dias, despreocupada, livre e em paz, e tenho a certeza que muitas de vocês se vão identificar com os meus dramas, infelizmente. 
Big kiss da Alice

Bianca

Sou um mistério e gosto de o ser! Talvez seja por isso que sou fascinada pelos sons, guiada pela alma, mas uma alma que não vejo igual. Se quero algo vou a luta, se me apaixono deixo-me levar, se a critica não for construtiva penso que é inveja, sou confiante de quem sou! Faço o que quero a maneira que quero, não me enganem pois deito as garras de fora. Poucos me conhecem bem, mas quem conhece sabe que defendo os meus, dou o corpo as balas se necessário for. Ser mulher é um orgulho e demonstrar o nosso poder é algo que me dá prazer.  

Se vives a vida ao som da música, se danças como se ninguém estivesse a ver, se o passeio é a tua passerelle, e para ti olhar a vida é sempre de queixo levantado, não vais querer perder as minhas aventuras! Beijos,

Bianca

sábado, 5 de dezembro de 2015

Gabriela

Falo sem tabus, restrições ou preconceitos. Escrevo sobre sexo, sem problema. Todas as mulheres têm o direito de falar abertamente sobre este tema e de forma positiva, oposta ao pudor que lhe vem quase sempre associado.

Não gosto de mentes retrógradas. Sou, de todas, a mais impulsiva, por vezes inconsciente ou imprudente. Sou tudo ou nada. Ou desprezo, ou amo com tudo o que tenho. Ou desolada, ou em êxtase. Nunca me fico por um só copo de vinho. Sou a alma da festa e a festa vive em mim, na alegria e euforia que me caracterizam, até quando tudo corre mal.

Se tenho um dia mau, choro desconsoladamente mas sempre na certeza de que, no dia seguinte, o sol vai nascer e com ele trazer um novo dia para pintar como quero. Viver é fazer arte. Há 20 anos que pinto a mesma tela, completamente caótica, turbulenta e anárquica mas bela.

Uma introdução breve e que deixou tudo por dizer. Vão ficar para me conhecer melhor?


Gabriela