Muitas vezes penso com quem estás, onde estás e a fazer o quê… se falas com esta, se estás interessado naquela. A verdade é que sinto a tua falta, não da pessoa que és mas da que eras quando estavas comigo.
Perdoei-te as esperas longas, as indecisões, as faltas de tempo… tudo! E para quê? Para no fim ter direito a uma boa dose de desprezo.
Sendo racional, para quê estar contigo se não me consegues devolver aquele sorriso palerma nem durante uns minutos? Espero que o meu coração se habitue a ser independente e a obedecer ao que o meu cérebro incansavelmente lhe lembra: de que não preciso de ninguém para ser feliz ou para vencer as adversidades do dia-a-dia.
Espero ansiosamente o dia em que já não vais passar de boas recordações e de uma fase de crescimento que eu não me arrependo de ter tido.
Para quê iludir-me que estou contigo, quando na verdade tu estas em todo lado menos comigo...?
Alice
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